conseguir emprego

21 truques pra conseguir emprego no primeiro mês do intercâmbio – leia o último por favor!

Arranjar emprego é um dos principais desafios da vida no exterior – seguido por achar lugar prá morar e conseguir se comunicar (na real tudo junto ao mesmo tempo e misturado simultaneamente, êê confusão!). Na listinha abaixo vão umas dicas pouco exploradas, mas que podem ajudar bastante nessa empreitada.

1 – Bata muita perna. E não apenas nas ruas movimentadas e regiões onde o comércio é forte. Às vezes pode ser que a vaga que está esperando por você esteja naquele restaurante escondidinho, onde até mesmo a concorrência é menor.

2 – Se o estabelecimento for muito a sua cara e você sentir que adoraria trabalhar lá, não tenha vergonha de perguntar se eles estão contratando, ou como você faz para se candidatar (normalmente, porém, eles anunciam na vitrine).

3 – Vá sozinho: nada a ver se candidatar a empregos com uma turminha a tiracolo.

4 – Dê uma olhada cuidadosa no local antes de entrar sedento por deixar mais um currículo. Tem lugares tão zoados que, vai por mim, nem vale a pena desperdiçar papel.

5 – Esteja preparado: tem locais em que a entrevista começa (ou já é feita) assim que você deixa o currículo com o gerente. Continue reading

Pagamento por hora Australia

Quanto vale a sua hora?

Aqui na Austrália os salários são mensurados por hora, no caso dos funcionários casuais, ou por ano, pra quem trabalha em turno integral ou meio período. Em geral, no universo dos labours (a galera que trabalha com os “subempregos”), quem ganha $15/hora tá batendo na mesma porta que um bando de chineses desesperados. Um emprego bom deve pagar ao redor de $20, dependendo da cidade.

A primeira vez que me vi pensando em quanto vale a minha hora foi quando meu marido cogitou contratar uma menina prá limpar nossa casa. Eu prontamente sugeri que, ao invés de pagá-la os $25 ou $30 por hora, eu mesma podia fazer a faxina. Pelo capricho que eu empenharia na tarefa, possivelmente demoraria mais, mas por $15 ou $20 eu topava. Acabou sim, consegui o job! A limpeza sobrou prá mim. Já o dinheiro, ficou com ele. Péssimo negócio, admito.

A segunda vez que me vi pensando no valor da minha hora foi num dia que eu estava trabalhando sob o mal estar medonho de uma ressaca filha da mãe. Naquele dia, eu quase propus pagar ao boss pra poder voltar pra casa… Continue reading

trabalho australia dinheiro

Paga bem, que mal tem?

É fácil topar ser garçom na Europa quando o salário é compatível ao que você tinha como assistente sênior de não-sei-o-quê, ou analista pleno de não-sei-o-quê-lá no Brasil. Exercer um subemprego no exterior pode até mesmo ser desafiador o suficiente, especialmente quando nos vemos, muitas vezes pela primeira vez na vida, responsáveis por prover nosso próprio sustento, sem o amparo da rede familiar e dos contatos que ficaram no Brasil. Logo, encaramos “qualquer coisa” enquanto reaprendemos a falar, compreendê-los, interpretar os códigos culturais locais e o mercado de trabalho.

Lembro bem do primeiro intercâmbio que fiz, numa cidadezinha vizinha de Las Vegas. Lá, intercambista bem sucedido era aquele que conseguia chegar ao cargo de garçom. A gente aplicava prá vaga de assistente de garçom (busser), já mirando na promoção. A segunda vaga mais procurada era de vallet park – não pelos salários em si, e sim pelas gorjetas (ah sim, e a chance de dirigir carrões). No fim das contas, todo mundo já saia do Brasil felizaço com o emprego de camareiro(a) – e, acreditem, e a gente se divertia horrores! Continue reading