conseguir emprego

21 truques pra conseguir emprego no primeiro mês do intercâmbio – leia o último por favor!

Arranjar emprego é um dos principais desafios da vida no exterior – seguido por achar lugar prá morar e conseguir se comunicar (na real tudo junto ao mesmo tempo e misturado simultaneamente, êê confusão!). Na listinha abaixo vão umas dicas pouco exploradas, mas que podem ajudar bastante nessa empreitada.

1 – Bata muita perna. E não apenas nas ruas movimentadas e regiões onde o comércio é forte. Às vezes pode ser que a vaga que está esperando por você esteja naquele restaurante escondidinho, onde até mesmo a concorrência é menor.

2 – Se o estabelecimento for muito a sua cara e você sentir que adoraria trabalhar lá, não tenha vergonha de perguntar se eles estão contratando, ou como você faz para se candidatar (normalmente, porém, eles anunciam na vitrine).

3 – Vá sozinho: nada a ver se candidatar a empregos com uma turminha a tiracolo.

4 – Dê uma olhada cuidadosa no local antes de entrar sedento por deixar mais um currículo. Tem lugares tão zoados que, vai por mim, nem vale a pena desperdiçar papel.

5 – Esteja preparado: tem locais em que a entrevista começa (ou já é feita) assim que você deixa o currículo com o gerente. Continue reading

Emprego na Austrália

32 verdades dolorosas (mas hilárias) sobre subemprego no exterior

1 – o nível de desespero para arranjar um emprego aumenta proporcionalmente ao período da sua estadia no exterior

 2 – a felicidade por conseguir o primeiro emprego só não é maior do que a do visto aprovado

3 – (alegria similar só será vivenciada novamente no último dia de trabalho)

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Faxineira no Brasil? Sei…

4 – quando a saudade de casa bate forte, o subemprego parece se tornar ainda mais insuportável

5 – ainda assim, haverá momentos em que você terá orgulho de si próprio

6 – e outros em que você vai se perguntar que diabos está fazendo aqui

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Para meus donos de estimação

Tem muita gente precisa de profundas reflexões para descobrir seu verdadeiro propósito na vida. Ao contrário dessas pessoas, eu vim ao mundo com uma função bem definida. E exerço tão bem meu papel de predador que o governo aqui da Austrália pretende exterminar 2 milhões de felinos, como eu, nos próximos anos. Diante dessa intimação, precisei rever meu papel na sociedade, de modo que possa contribuir a ela sem representar uma ameaça à vida selvagem – e, claro, poupando minhas preciosas 7 vidas.

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Minha reação quando fiquei sabendo da notícia…

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Sobre as coisas do Brasil que eu nunca imaginei que fossem fazer tanta falta

Pão de queijo, guaraná e até Festa Junina já estão quase virando commodities globais. Amigos, família e cachorro farão uma falta danada, mas disso a gente já sabe antes mesmo de partir. Mas os itens abaixo… ááaah, desses eu não esperava sentir saudade.

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Coisas que você pode fazer no exterior sem ninguém julgar

“No estrangeiro, nunca se é um estranho para si, mas sempre o mais íntimo”. Michael Onfray

Se no Brasil muita gente tende a olhar com estranheza para comportamentos que fogem do padrão, no exterior ninguém tá nem aí pro que você faz no restaurante, com sua carreira, como se veste ou com quem se relaciona.

Sejam por fatores econômicos, culturais ou de legado deixado pela família Real quando dividiam solo brasileiro com os tupiniquins (sempre convém culpá-los pelas nossas mazelas), aí vai a listinha das neuras que você pode deixar no Brasil quando embarcar rumo aos destinos mais populares de intercâmbio.

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Diferenças entre fazer intercâmbio aos 18, 25 e 30

ESCOLHENDO DESTINO
Aos 18 – Um lugar onde você possa se divertir e se bancar com o mínimo de ajuda dos pais.
Aos 25 – Um lugar onde o ensino seja de qualidade, o visto seja fácil e você consiga um emprego bacana.
Aos 30 – Um lugar onde você tenha qualidade de vida, ganhe bem, se realize profissionalmente, viva uma linda história de amor e resolva todos os problemas da vida.

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6 verdades poderosas aprendidas em uma temporada no exterior

  • O PODER DA FINITUDE

A sensação de que seu intercâmbio tem data para acabar fará com que você queira aproveitar cada minuto dele, sem poder desperdiçar nenhuma oportunidade de viver algo novo. E na vida as coisas são exatamente assim: a noção de que nada dura para sempre, ou de que final de uma etapa se aproxima, nos dá uma visão mais positiva sobre a situação. É o caso da tristezinha que dá no último dia de emprego (mesmo que você estivesse de saco cheio dele), da dor quando o final de um relacionamento se aproxima ou quando até mesmo alguma doença nos faz lembrar da efemeridade da vida. Vai entender né?

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Morando fora: respostas estúpidas para perguntas idiotas

Esclareça de uma vez por todas a interminável e repetitiva lista de dúvidas sobre a vida no exterior. image – É seguro morar aí?

Você sobreviveu a um dos países com maior incidência de homicídios do mundo. Viveu maior parte da sua vida desconfiando de estranhos, trancafiado atrás das grades do seu prédio e evitando o uso do celular em público. Tem certeza que segurança é realmente sua maior preocupação durante os 6 meses que passará no Canadá?  Continue reading

As placas mais bizarras do trânsito australiano

Alguém mais tem interesse por essa bosta?PLACA6

Super crise de autoestima:

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Horroroso! Ridículo!

Já que é prá xingar, que tal essa?

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Pensar que tem gente que paga prá assistir a Tosca…

Nem eu escapei:

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Stupid!

Essa baixou o nível de vez:

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Nem queira saber o que rola nessa comunidade

Fazendo aloca:

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Esquina com AsBicha Street

E essa toda romântica?

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Disseminando a banalização do eu te amo

Karácoles!

PLACA 8

Essa região fica na Nova Zelândia, caraca foi a única palavra que aprendi do vocabulário maori

Melhor elogio que já recebi nas ruas de Sydney:

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Lindra And Burra

Asiáticos por toda parte: como lidar

Eles estão por tudo, normalmente em grupos numerosos e bastante barulhentos. Dizem que aqueles que souberem lidar com os orientais têm um trunfo precioso para enfrentar o mercado de trabalho do futuro. Eu venho há anos me empenhando nessa árdua tarefa de entender a tão milenar cultura asiática, que a muitos incomoda mas já não tem mais como evitar.

Longe de ser especialista no assunto, me arrisco aqui a dar alguns palpites que garantiram minha sobrevivência durante quase um ano em solo chinês. Foi uma experiência bastante intensa, mas deu tudo certo. Sobrevivi; não sem alguns hematomas. Eles ficarão sempre comigo, as lições eu compartilho aqui.

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Micos Clássicos dos Estudantes na Austrália

  • Entrar no carro pelo lado errado

    Direção errada

    Por que diabos o assento do carona vem com uma direção?

  • Quase vomitar ao provar o vegemite

Trocar o requeijão-nosso-de-cada-dia por essa graxa comestível é dureza!

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  • Pedir run ball achando que é brigadeiro

Ótima tentativa das padarias daqui, mas o doce oficial brasileiro não leva rum, coco nem biscoito.

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Atenção desavisados, eu não sou um brigadeiro!

  • Achar que o atendente gato tá dando mole porque perguntou seus planos pro dia

Até a hora em que a tiazinha da padaria perguntar, você ficará na dúvida se é educação ou interesse.

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  • Perder seu ponto porque pegou no sono no ônibus voltando da balada

Até porque aquele balanço do buzão dá uma molezzzzzzzzzz. fallasleep

  • Foto na placa do canguru

Anota aí: quanto mais movimentada a estrada, mais constrangedor será. Foto placa

  • Traduções literais que não colam

A melhor que já ouvi foi uma amiga dizendo que tava cheia desses trabalhos braçais daqui. O problema é que ela se referiu a eles como “hand jobs” – uma maneira coloquial para dizer masturbação. what

  • Tomar multa por conta de passe de trem errado

Porque mesmo que a gente venha para estudar, com visto de estudante, e sacrifique dias lindos presos em uma sala de aula (ok, teoricamente), ainda assim não podemos comprar passe de estudante.

  • Desligar o telefone sem ter entendido 70% do que seu interlocutor faloutelefone

Nessas ocasiões o sorrisinho e aquela cara de que tá entendendo tudo não colam.  

  • Salva-vidas apitando para você nadar na área delimitada

Neste caso, acho válido simular um desmaio.sai mar2

  • Segurança da balada que fica no pé

Se você conseguir disfarçar o alto nível etílico na entrada, vai ter que se virar prá driblar as babás disfarçadas de segurança dentro do pub.

  •  Ser encaminhado às prateleiras de sopa quando você só queria comprar um sabonete

Aconteceu comigo. Desde então nunca mais errei a pronúncia de soap e soup (mas acabei de googlar como se escreve).

Aside

8 hábitos típicos Brasileiros que você perderá quando morar fora – e um que não tem jeito de se livrar

Tudo começou quando as raras sessões de chimarrão foram ficando cada vez mais escassas, o mate mais amargo e a bomba totalmente entupida. Os anos longe de casa haviam afetado não só meu paladar mas também a habilidade em preparar a mais tradicional bebida da minha terrinha.

Independente da sua cidade-natal ter ou não chimarrão, fato é que, quanto mais longe você estiver de suas origens, menos beberá da sua fonte. Seja pro bem ou para o mal, pelo menos é assim que tem acontecido comigo, como listo abaixo.

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